
Fátima Souza é uma jornalista que trabalha a bastante tempo como repórter policial. Fátima foi a pioneira a descobrir a existência da facção criminosa PCC(Primeiro Comando da Capital).
No inicio foi muito desacreditada tanto pelo poder público,n que preferia tapar os olhos, e manter a vaidade de que presos não seriam capazes de se organizar. Mesmo assim Fátima tinha contatos com uns dos fundadores da facção “ Geléia”. Ela deixou bem claro antes de tudo que eles não poderiam falar para ela o que iriam fazer, pois ela contaria e denunciaria para polícia, como consta seu dever como cidadã. Então, logo após a facção fazia alguma coisa eles avisavam ela o que foi feito. Ponto chave no livro é quando a jornalista relata que recebeu uma ligação em que um dos detentos fez, dizendo ter matado um dos presos e arrancado seu coração. Logo após isso comeu frito.
A jornalista, ainda incrédula foi averiguar no IML e não haviam dúvidas. Foram achados os corpos, realmente sem coração.
Uma facção que se tornou tão forte e por erro de vaidade das nossas autoridades. Ao invés de averiguar as denuncias da jornalista preferiram falar que era “balela” que não existia. Isso deu força e poder para o PCC crescer nos presidíos. De inicio eles combatiam maus tratos e opressão dentro dos presídios, depois foi se tornando uma organização que induz pessoas ao crime tem sua própria contabilidade e até um estatuto.
Quando finalmente deram créditos a jornalista, já era tarde e tiveram a brilhante idéia de tirar os líderes da facção e colocar em outras cadeias fora do estado. Só que a facção não só era conhecida como respeitada. Foi mais um passo para o PCC conseguir abrir seus tentátuculos.
Dia 14 de maio de 2006 foi a maior prova que o PCC tem força. As autoridades pegaram um jatinho, juntamente com a Advogada do Marcola, o então líder da facção para pedir para ele parar com as rebeliões. Depois de um acordo, Marcola decretou o fim dos ataques, mas como eram muitas prisões e muitas ações que era para ser feitas dentro e fora dos presídios, dia 15 de maio de 2006 a população já estava toda em pânico e muita gente estava aproveitando para fazer arruaças e espalhar boatos.Ou seja. Aquele fátidico dia poderá acontecer novamente a qualquer momento.
No inicio foi muito desacreditada tanto pelo poder público,n que preferia tapar os olhos, e manter a vaidade de que presos não seriam capazes de se organizar. Mesmo assim Fátima tinha contatos com uns dos fundadores da facção “ Geléia”. Ela deixou bem claro antes de tudo que eles não poderiam falar para ela o que iriam fazer, pois ela contaria e denunciaria para polícia, como consta seu dever como cidadã. Então, logo após a facção fazia alguma coisa eles avisavam ela o que foi feito. Ponto chave no livro é quando a jornalista relata que recebeu uma ligação em que um dos detentos fez, dizendo ter matado um dos presos e arrancado seu coração. Logo após isso comeu frito.
A jornalista, ainda incrédula foi averiguar no IML e não haviam dúvidas. Foram achados os corpos, realmente sem coração.
Uma facção que se tornou tão forte e por erro de vaidade das nossas autoridades. Ao invés de averiguar as denuncias da jornalista preferiram falar que era “balela” que não existia. Isso deu força e poder para o PCC crescer nos presidíos. De inicio eles combatiam maus tratos e opressão dentro dos presídios, depois foi se tornando uma organização que induz pessoas ao crime tem sua própria contabilidade e até um estatuto.
Quando finalmente deram créditos a jornalista, já era tarde e tiveram a brilhante idéia de tirar os líderes da facção e colocar em outras cadeias fora do estado. Só que a facção não só era conhecida como respeitada. Foi mais um passo para o PCC conseguir abrir seus tentátuculos.
Dia 14 de maio de 2006 foi a maior prova que o PCC tem força. As autoridades pegaram um jatinho, juntamente com a Advogada do Marcola, o então líder da facção para pedir para ele parar com as rebeliões. Depois de um acordo, Marcola decretou o fim dos ataques, mas como eram muitas prisões e muitas ações que era para ser feitas dentro e fora dos presídios, dia 15 de maio de 2006 a população já estava toda em pânico e muita gente estava aproveitando para fazer arruaças e espalhar boatos.Ou seja. Aquele fátidico dia poderá acontecer novamente a qualquer momento.

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