de Oliveiro Toscani
Uma reivenção da publicidade. É isso que propõe Oliviero Toscani. Totalmente contrário a idéia que a publicidade tem apenas que mostrar alegria e felicidade, fazendo as empresas gastarem absurdos de dinheiro sem nenhuma criatividade, Toscani é a favor da Publicidade como comunicação Social.
Criador da campanha United Colors of The Benetton, Toscani inovou. Como todo gênio teve também muitas represárias. As pessoas não entendiam a mensagem, pelo contrário foi acusado muitas vezes de explorar a realidade, até pelos meios publicitarios. Muito mais correto seriam pessoas felizes, sem brigas em um mundo completamente utópico e mentiroso.
Para ele não deveria ser assim. Os meios publicitários deveriam firmar uma marca. E não poderiam deixar seu lado social de lado. E foi isso que ele fez com a Benneton.
A campanha da Bennetom chamou tanta atenção que foi alvo de diversas entrevistas coletivas. A maioria criticava, dizendo que Toscani queria vender pulover a base da infelicidade dos outros. Parecia que no meio da Comunicação Social, apenas quem tinha o direito de mostrar a realidade a sociedade era a imprenssa. À publicidade cabia apenas o ato de manipular as pessoas e vender seus produtos. Como se fosse muito mais digno mentir, prometer uma vida de luxo e criatividade que não existia do que promover a realidade nua e crua, e colocar ali o nome de uma marca.
O autor cita a primeira e maior campanha publicitária da história da humanidade. O Criador; Jesus Cristo.
Toscani fez então uma campanha de um novo jeans que bombou com slogans inspirados em episódios biblicos. Mais uma vez o publicitário criou polêmica. O que ele diz é que a publicidade é como uma religião, promete o paraíso, a punição(se você não consome o produto, você está fora da sociedade).
Toscani faz sua critica a publicidade atual, já que por suas palvras a publicidade não mudou nada. Ele cita em uma passagem que a publicidade ficou estagnada e vai “na onda” de filmes e outras colocações.
Criador da campanha United Colors of The Benetton, Toscani inovou. Como todo gênio teve também muitas represárias. As pessoas não entendiam a mensagem, pelo contrário foi acusado muitas vezes de explorar a realidade, até pelos meios publicitarios. Muito mais correto seriam pessoas felizes, sem brigas em um mundo completamente utópico e mentiroso.
Para ele não deveria ser assim. Os meios publicitários deveriam firmar uma marca. E não poderiam deixar seu lado social de lado. E foi isso que ele fez com a Benneton.
A campanha da Bennetom chamou tanta atenção que foi alvo de diversas entrevistas coletivas. A maioria criticava, dizendo que Toscani queria vender pulover a base da infelicidade dos outros. Parecia que no meio da Comunicação Social, apenas quem tinha o direito de mostrar a realidade a sociedade era a imprenssa. À publicidade cabia apenas o ato de manipular as pessoas e vender seus produtos. Como se fosse muito mais digno mentir, prometer uma vida de luxo e criatividade que não existia do que promover a realidade nua e crua, e colocar ali o nome de uma marca.
O autor cita a primeira e maior campanha publicitária da história da humanidade. O Criador; Jesus Cristo.
Toscani fez então uma campanha de um novo jeans que bombou com slogans inspirados em episódios biblicos. Mais uma vez o publicitário criou polêmica. O que ele diz é que a publicidade é como uma religião, promete o paraíso, a punição(se você não consome o produto, você está fora da sociedade).
Toscani faz sua critica a publicidade atual, já que por suas palvras a publicidade não mudou nada. Ele cita em uma passagem que a publicidade ficou estagnada e vai “na onda” de filmes e outras colocações.

uiaaaa, que blog bacana juuhh!
ResponderExcluirbelo leyout!
gostei.
bjs